quarta-feira, 19 de maio de 2010

Já fui...existente


Há dias pensei que sabia o que era existir...Hoje tenho a certeza.
Não vou descrever, porque não é algo que vos queira ou possa contar.Tem que ser sentido, vivido, experimentado, torcido e esprimido...até ao último uivo.
Momentos de segunda classe, não são para aqui chamados. Os momentos difíceis são os que mais pujança e alma dão, porque a seguir a isso...tudo será fácil! Existir, tem que ter uma justificação, um propósito, e não é com os passos do tempo que sabemos o que isso é.
Cabe-nos forçar os pontos do relógio para trás (sem que tal seja possível), ou seja, forçar uma realidade que nos permita ambicionar algo maior...do que aquilo que somos. Eu experimentei isso.
Toda a vez que forço a minha existência, ela cede, e eu passo por cima dela. Creio ser esse o propósito pelo qual temos os pés neste planeta.
Este texto apenas serviu para eu partilhar o que senti. Não é para ser bonito, correcto, poético...ou sensível. É apenas para explicar a ordem das coisas aos meus olhos.

A existência não é a rotina.

Obrigado

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Eu gosto é do non-sense


Com mais ou menos ferrugem, (re)apresento-me ao serviço. A armadura estava no armário já há algum tempo, mas não enferrujou. A idade, estava ao pé da armadura, há já algum tempo, espero que amadureça. O meu cérebro, anda não sei onde, e já só tem ferrujóneos. Sinto-me estúpido que nem um pneu como o dizia um que me ensinava História da Cultura e das Artes. Acho que está na altura de ir buscar a cabeça a lado nenhum e metê-la no capacete da armadura. Dizem que me esbanjo muito em coisas que não interessam a ninguém, e até pode ser verdade. Mas, na verdade, é verdade que eu não gosto muito de me mexer... Esperemos que vá encontrar alguma motivação a algum lado para finalmente ser como todos os outros perdedores que dizem: «ao menos tentei».



Eduardo Rilhas

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Growing strong (qualquer dia explico-te em português)


I'm building on my own good freedom, I'm building on my own good strike of force.
Try to appear that love is something touchable...Fake, is what it is.
Fly away like a bat from the light, smoke like a cloud, trust on my own good eyes.
The sweetest torment, without any kind of care, flying away to that planet of yours, where life isn't important anymore...Just taste and sightseeing.
Take care of you now...You'll be walking like the morning dawn, sensing like music on your ears, tasting what it feels to be like...ourselves.

See you there, and now, see you on your good life.

Best regards...not.