quinta-feira, 6 de maio de 2010

Eu gosto é do non-sense


Com mais ou menos ferrugem, (re)apresento-me ao serviço. A armadura estava no armário já há algum tempo, mas não enferrujou. A idade, estava ao pé da armadura, há já algum tempo, espero que amadureça. O meu cérebro, anda não sei onde, e já só tem ferrujóneos. Sinto-me estúpido que nem um pneu como o dizia um que me ensinava História da Cultura e das Artes. Acho que está na altura de ir buscar a cabeça a lado nenhum e metê-la no capacete da armadura. Dizem que me esbanjo muito em coisas que não interessam a ninguém, e até pode ser verdade. Mas, na verdade, é verdade que eu não gosto muito de me mexer... Esperemos que vá encontrar alguma motivação a algum lado para finalmente ser como todos os outros perdedores que dizem: «ao menos tentei».



Eduardo Rilhas

2 comentários:

Alucard disse...

PS: estou-me nas tintas para o copyright da imagem.

Anónimo disse...

Com mais ou menos ferrugem, com ou sem armaduras, com motivação ou não… o talento parece ser imune a isso tudo, e continua patente em ti… em cada gesto, palavra que tu te permites “esbanjar”. Coragem e tenta também nisto fazer a diferença, para poderes um dia dizer, eu tentei e consegui! Eu acredito em ti.

Er hat mein Licht erhellt!